quarta-feira, 18 de julho de 2018

Media paranaense ataca mendigos de rua como se a culpa do caos social estadual, municipal e federal fossem deles

Número de moradores de rua em Curitiba surpreende turistas













Desigualdade social está fora do imaginário que muitos turistas têm sobre Curitiba e quebra imagem da “Cidade Modelo”


roblema social latente em Curitiba, a grande quantidade de pessoas em situação de rua no Centro da cidade surpreendeu também quem veio de fora para visitar a capital. Parte deles têm contato com essa realidade desigual ao utilizar a Linha Turismo. 

Assim se desconstrói a imagem que muitos têm de Curitiba como cidade modelo. A Fundação de Ação Social (FAS) abordou cerca de 30 moradores de rua na sexta-feira (28), mas apenas quatro aceitaram acolhimento. O problema está longe de ser solucionado.





“É a primeira vez que venho pra cá e eu nunca imaginei que Curitiba tivesse tanta desigualdade”, conta Magdiel Pacheco, servidor público que veio de São Luís, no Maranhão, para passar quatro dias em visita à capital. Pacheco aguardava o ônibus turístico na Praça Tiradentes na manhã de quinta-feira (27) e percebeu a vulnerabilidade social em que a população de rua se encontra.

“É triste perceber como, mesmo tendo um dos IDHs mais altos do país, Curitiba também tem muito desse problema social”, afirmou. A capital paranaense é a 12.ª cidade com maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil, de acordo com o censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“Com certeza essa realidade desconstrói a imagem idealizada que se tem daqui”, afirma o servidor. Na mesma manhã, os turistas pernambucanos Silvana Pereira , enfermeira, e Vicente Ferreira, professor, também aguardavam na fila do ônibus e ficaram surpresos com a população de rua. “A gente sabe que é um problema social de qualquer cidade, mas incomoda muito saber que tem tanta desigualdade”, explica Silvana.

No ponto da Linha Turismo entre o Mercado Municipal e a Rodoferroviária, a situação se repete. Os turistas Rafaela e Carlos Fortunato chegaram de São Paulo na quinta-feira acompanhados das duas filhas. E, após deixarem as bagagens no hotel em que estão hospedados, logo foram ao ponto para pegar o ônibus turístico.




 “E a primeira coisa que eu falei ao meu marido foi sobre como aqui em Curitiba também tem muitos moradores de rua, assim como São Paulo”, descreve Rafaela. Durante os cerca de 15 minutos que os visitantes esperaram pelo ônibus, chegaram a ser abordados quatro vezes.

Funcionária de um comércio logo em frente ao ponto da Linha Turismo do Mercado Municipal, Maria Michaliski conta que há dois anos tem percebido um aumento na quantidade de moradores de rua na região. 

De acordo com a atendente, mesmo com as ações de apoio a pessoas em situação de rua da Fundação de Ação Social (FAS), a situação continua. Apesar de depoimentos sobre o aumento, porém, desde o ano passado, a FAS não realiza levantamento sobre a quantidade de pessoas em situação de rua. Em abril de 2016, o número era de 1715.


Ações de apoio e melhorias



Motivada por denúncias na central telefônica da prefeitura (156), uma operação da FAS, da Guarda Municipal e do Departamento de Limpeza Pública da Prefeitura Municipal de Curitiba abordou cerca de 30 moradores de rua na manhã desta sexta-feira (28), na Praça Tiradentes. Apenas quatro, porém, aceitaram acolhimento.


Operações como essa, que buscam levar as pessoas em situação de rua aos centros de atendimento e assistência da prefeitura, acontecem com frequência na cidade. Só em junho deste ano, por exemplo, 26 operações similares aconteceram nas praças Tiradentes, Osório e Rui Babosa. Em julho, enquanto isso, o número já chega a 30.

Novos Cras



O prefeito Rafael Greca anunciou na semana passada três novos equipamentos para a assistência social em Curitiba: Centro de Referência da Assistência Social (Cras) no Bairro Alto, ampliação do Cras Vila Verde, na CIC, e a Casa de Apoio São Bento, no prédio do antigo Laboratório Municipal, no Parolin. Curitiba tem 45 Cras, uma das maiores redes do país. Os recursos vieram de uma emenda parlamentar proposta pelo deputado federal Hidekazu Takayama (PSC-PR).




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fonte    redação       https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/numero-de-moradores-de-rua-em-curitiba-surpreende-turistas/


Tags: . rafael greca de macedo, rpctv  páranaense

Número de moradores de rua em Curitiba surpreende turistas













Desigualdade social está fora do imaginário que muitos turistas têm sobre Curitiba e quebra imagem da “Cidade Modelo”


roblema social latente em Curitiba, a grande quantidade de pessoas em situação de rua no Centro da cidade surpreendeu também quem veio de fora para visitar a capital. Parte deles têm contato com essa realidade desigual ao utilizar a Linha Turismo. 

Assim se desconstrói a imagem que muitos têm de Curitiba como cidade modelo. A Fundação de Ação Social (FAS) abordou cerca de 30 moradores de rua na sexta-feira (28), mas apenas quatro aceitaram acolhimento. O problema está longe de ser solucionado.





“É a primeira vez que venho pra cá e eu nunca imaginei que Curitiba tivesse tanta desigualdade”, conta Magdiel Pacheco, servidor público que veio de São Luís, no Maranhão, para passar quatro dias em visita à capital. Pacheco aguardava o ônibus turístico na Praça Tiradentes na manhã de quinta-feira (27) e percebeu a vulnerabilidade social em que a população de rua se encontra.

“É triste perceber como, mesmo tendo um dos IDHs mais altos do país, Curitiba também tem muito desse problema social”, afirmou. A capital paranaense é a 12.ª cidade com maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil, de acordo com o censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“Com certeza essa realidade desconstrói a imagem idealizada que se tem daqui”, afirma o servidor. Na mesma manhã, os turistas pernambucanos Silvana Pereira , enfermeira, e Vicente Ferreira, professor, também aguardavam na fila do ônibus e ficaram surpresos com a população de rua. “A gente sabe que é um problema social de qualquer cidade, mas incomoda muito saber que tem tanta desigualdade”, explica Silvana.

No ponto da Linha Turismo entre o Mercado Municipal e a Rodoferroviária, a situação se repete. Os turistas Rafaela e Carlos Fortunato chegaram de São Paulo na quinta-feira acompanhados das duas filhas. E, após deixarem as bagagens no hotel em que estão hospedados, logo foram ao ponto para pegar o ônibus turístico.




 “E a primeira coisa que eu falei ao meu marido foi sobre como aqui em Curitiba também tem muitos moradores de rua, assim como São Paulo”, descreve Rafaela. Durante os cerca de 15 minutos que os visitantes esperaram pelo ônibus, chegaram a ser abordados quatro vezes.

Funcionária de um comércio logo em frente ao ponto da Linha Turismo do Mercado Municipal, Maria Michaliski conta que há dois anos tem percebido um aumento na quantidade de moradores de rua na região. 

De acordo com a atendente, mesmo com as ações de apoio a pessoas em situação de rua da Fundação de Ação Social (FAS), a situação continua. Apesar de depoimentos sobre o aumento, porém, desde o ano passado, a FAS não realiza levantamento sobre a quantidade de pessoas em situação de rua. Em abril de 2016, o número era de 1715.


Ações de apoio e melhorias



Motivada por denúncias na central telefônica da prefeitura (156), uma operação da FAS, da Guarda Municipal e do Departamento de Limpeza Pública da Prefeitura Municipal de Curitiba abordou cerca de 30 moradores de rua na manhã desta sexta-feira (28), na Praça Tiradentes. Apenas quatro, porém, aceitaram acolhimento.


Operações como essa, que buscam levar as pessoas em situação de rua aos centros de atendimento e assistência da prefeitura, acontecem com frequência na cidade. Só em junho deste ano, por exemplo, 26 operações similares aconteceram nas praças Tiradentes, Osório e Rui Babosa. Em julho, enquanto isso, o número já chega a 30.

Novos Cras



O prefeito Rafael Greca anunciou na semana passada três novos equipamentos para a assistência social em Curitiba: Centro de Referência da Assistência Social (Cras) no Bairro Alto, ampliação do Cras Vila Verde, na CIC, e a Casa de Apoio São Bento, no prédio do antigo Laboratório Municipal, no Parolin. Curitiba tem 45 Cras, uma das maiores redes do país. Os recursos vieram de uma emenda parlamentar proposta pelo deputado federal Hidekazu Takayama (PSC-PR).




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https://republicadecuritiba.net/

Número de moradores de rua em Curitiba surpreende turistas













Desigualdade social está fora do imaginário que muitos turistas têm sobre Curitiba e quebra imagem da “Cidade Modelo”


roblema social latente em Curitiba, a grande quantidade de pessoas em situação de rua no Centro da cidade surpreendeu também quem veio de fora para visitar a capital. Parte deles têm contato com essa realidade desigual ao utilizar a Linha Turismo. 

Assim se desconstrói a imagem que muitos têm de Curitiba como cidade modelo. A Fundação de Ação Social (FAS) abordou cerca de 30 moradores de rua na sexta-feira (28), mas apenas quatro aceitaram acolhimento. O problema está longe de ser solucionado.





“É a primeira vez que venho pra cá e eu nunca imaginei que Curitiba tivesse tanta desigualdade”, conta Magdiel Pacheco, servidor público que veio de São Luís, no Maranhão, para passar quatro dias em visita à capital. Pacheco aguardava o ônibus turístico na Praça Tiradentes na manhã de quinta-feira (27) e percebeu a vulnerabilidade social em que a população de rua se encontra.

“É triste perceber como, mesmo tendo um dos IDHs mais altos do país, Curitiba também tem muito desse problema social”, afirmou. A capital paranaense é a 12.ª cidade com maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil, de acordo com o censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“Com certeza essa realidade desconstrói a imagem idealizada que se tem daqui”, afirma o servidor. Na mesma manhã, os turistas pernambucanos Silvana Pereira , enfermeira, e Vicente Ferreira, professor, também aguardavam na fila do ônibus e ficaram surpresos com a população de rua. “A gente sabe que é um problema social de qualquer cidade, mas incomoda muito saber que tem tanta desigualdade”, explica Silvana.

No ponto da Linha Turismo entre o Mercado Municipal e a Rodoferroviária, a situação se repete. Os turistas Rafaela e Carlos Fortunato chegaram de São Paulo na quinta-feira acompanhados das duas filhas. E, após deixarem as bagagens no hotel em que estão hospedados, logo foram ao ponto para pegar o ônibus turístico.




 “E a primeira coisa que eu falei ao meu marido foi sobre como aqui em Curitiba também tem muitos moradores de rua, assim como São Paulo”, descreve Rafaela. Durante os cerca de 15 minutos que os visitantes esperaram pelo ônibus, chegaram a ser abordados quatro vezes.

Funcionária de um comércio logo em frente ao ponto da Linha Turismo do Mercado Municipal, Maria Michaliski conta que há dois anos tem percebido um aumento na quantidade de moradores de rua na região. 

De acordo com a atendente, mesmo com as ações de apoio a pessoas em situação de rua da Fundação de Ação Social (FAS), a situação continua. Apesar de depoimentos sobre o aumento, porém, desde o ano passado, a FAS não realiza levantamento sobre a quantidade de pessoas em situação de rua. Em abril de 2016, o número era de 1715.


Ações de apoio e melhorias



Motivada por denúncias na central telefônica da prefeitura (156), uma operação da FAS, da Guarda Municipal e do Departamento de Limpeza Pública da Prefeitura Municipal de Curitiba abordou cerca de 30 moradores de rua na manhã desta sexta-feira (28), na Praça Tiradentes. Apenas quatro, porém, aceitaram acolhimento.


Operações como essa, que buscam levar as pessoas em situação de rua aos centros de atendimento e assistência da prefeitura, acontecem com frequência na cidade. Só em junho deste ano, por exemplo, 26 operações similares aconteceram nas praças Tiradentes, Osório e Rui Babosa. Em julho, enquanto isso, o número já chega a 30.

Novos Cras



O prefeito Rafael Greca anunciou na semana passada três novos equipamentos para a assistência social em Curitiba: Centro de Referência da Assistência Social (Cras) no Bairro Alto, ampliação do Cras Vila Verde, na CIC, e a Casa de Apoio São Bento, no prédio do antigo Laboratório Municipal, no Parolin. Curitiba tem 45 Cras, uma das maiores redes do país. Os recursos vieram de uma emenda parlamentar proposta pelo deputado federal Hidekazu Takayama (PSC-PR).




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https://pt.wikipedia.org/wiki/Cida_Borghetti

Número de moradores de rua em Curitiba surpreende turistas













Desigualdade social está fora do imaginário que muitos turistas têm sobre Curitiba e quebra imagem da “Cidade Modelo”


roblema social latente em Curitiba, a grande quantidade de pessoas em situação de rua no Centro da cidade surpreendeu também quem veio de fora para visitar a capital. Parte deles têm contato com essa realidade desigual ao utilizar a Linha Turismo. 

Assim se desconstrói a imagem que muitos têm de Curitiba como cidade modelo. A Fundação de Ação Social (FAS) abordou cerca de 30 moradores de rua na sexta-feira (28), mas apenas quatro aceitaram acolhimento. O problema está longe de ser solucionado.





“É a primeira vez que venho pra cá e eu nunca imaginei que Curitiba tivesse tanta desigualdade”, conta Magdiel Pacheco, servidor público que veio de São Luís, no Maranhão, para passar quatro dias em visita à capital. Pacheco aguardava o ônibus turístico na Praça Tiradentes na manhã de quinta-feira (27) e percebeu a vulnerabilidade social em que a população de rua se encontra.

“É triste perceber como, mesmo tendo um dos IDHs mais altos do país, Curitiba também tem muito desse problema social”, afirmou. A capital paranaense é a 12.ª cidade com maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil, de acordo com o censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“Com certeza essa realidade desconstrói a imagem idealizada que se tem daqui”, afirma o servidor. Na mesma manhã, os turistas pernambucanos Silvana Pereira , enfermeira, e Vicente Ferreira, professor, também aguardavam na fila do ônibus e ficaram surpresos com a população de rua. “A gente sabe que é um problema social de qualquer cidade, mas incomoda muito saber que tem tanta desigualdade”, explica Silvana.

No ponto da Linha Turismo entre o Mercado Municipal e a Rodoferroviária, a situação se repete. Os turistas Rafaela e Carlos Fortunato chegaram de São Paulo na quinta-feira acompanhados das duas filhas. E, após deixarem as bagagens no hotel em que estão hospedados, logo foram ao ponto para pegar o ônibus turístico.



 “E a primeira coisa que eu falei ao meu marido foi sobre como aqui em Curitiba também tem muitos moradores de rua, assim como São Paulo”, descreve Rafaela. Durante os cerca de 15 minutos que os visitantes esperaram pelo ônibus, chegaram a ser abordados quatro vezes.

Funcionária de um comércio logo em frente ao ponto da Linha Turismo do Mercado Municipal, Maria Michaliski conta que há dois anos tem percebido um aumento na quantidade de moradores de rua na região. 

De acordo com a atendente, mesmo com as ações de apoio a pessoas em situação de rua da Fundação de Ação Social (FAS), a situação continua. Apesar de depoimentos sobre o aumento, porém, desde o ano passado, a FAS não realiza levantamento sobre a quantidade de pessoas em situação de rua. Em abril de 2016, o número era de 1715.


Ações de apoio e melhorias



Motivada por denúncias na central telefônica da prefeitura (156), uma operação da FAS, da Guarda Municipal e do Departamento de Limpeza Pública da Prefeitura Municipal de Curitiba abordou cerca de 30 moradores de rua na manhã desta sexta-feira (28), na Praça Tiradentes. Apenas quatro, porém, aceitaram acolhimento.


Operações como essa, que buscam levar as pessoas em situação de rua aos centros de atendimento e assistência da prefeitura, acontecem com frequência na cidade. Só em junho deste ano, por exemplo, 26 operações similares aconteceram nas praças Tiradentes, Osório e Rui Babosa. Em julho, enquanto isso, o número já chega a 30.

Novos Cras



O prefeito Rafael Greca anunciou na semana passada três novos equipamentos para a assistência social em Curitiba: Centro de Referência da Assistência Social (Cras) no Bairro Alto, ampliação do Cras Vila Verde, na CIC, e a Casa de Apoio São Bento, no prédio do antigo Laboratório Municipal, no Parolin. Curitiba tem 45 Cras, uma das maiores redes do país. Os recursos vieram de uma emenda parlamentar proposta pelo deputado federal Hidekazu Takayama (PSC-PR).




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https://pt.wikipedia.org/wiki/Beto_Richa

Número de moradores de rua em Curitiba surpreende turistas













Desigualdade social está fora do imaginário que muitos turistas têm sobre Curitiba e quebra imagem da “Cidade Modelo”


roblema social latente em Curitiba, a grande quantidade de pessoas em situação de rua no Centro da cidade surpreendeu também quem veio de fora para visitar a capital. Parte deles têm contato com essa realidade desigual ao utilizar a Linha Turismo. 

Assim se desconstrói a imagem que muitos têm de Curitiba como cidade modelo. A Fundação de Ação Social (FAS) abordou cerca de 30 moradores de rua na sexta-feira (28), mas apenas quatro aceitaram acolhimento. O problema está longe de ser solucionado.





“É a primeira vez que venho pra cá e eu nunca imaginei que Curitiba tivesse tanta desigualdade”, conta Magdiel Pacheco, servidor público que veio de São Luís, no Maranhão, para passar quatro dias em visita à capital. Pacheco aguardava o ônibus turístico na Praça Tiradentes na manhã de quinta-feira (27) e percebeu a vulnerabilidade social em que a população de rua se encontra.

“É triste perceber como, mesmo tendo um dos IDHs mais altos do país, Curitiba também tem muito desse problema social”, afirmou. A capital paranaense é a 12.ª cidade com maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil, de acordo com o censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“Com certeza essa realidade desconstrói a imagem idealizada que se tem daqui”, afirma o servidor. Na mesma manhã, os turistas pernambucanos Silvana Pereira , enfermeira, e Vicente Ferreira, professor, também aguardavam na fila do ônibus e ficaram surpresos com a população de rua. “A gente sabe que é um problema social de qualquer cidade, mas incomoda muito saber que tem tanta desigualdade”, explica Silvana.

No ponto da Linha Turismo entre o Mercado Municipal e a Rodoferroviária, a situação se repete. Os turistas Rafaela e Carlos Fortunato chegaram de São Paulo na quinta-feira acompanhados das duas filhas. E, após deixarem as bagagens no hotel em que estão hospedados, logo foram ao ponto para pegar o ônibus turístico.




 “E a primeira coisa que eu falei ao meu marido foi sobre como aqui em Curitiba também tem muitos moradores de rua, assim como São Paulo”, descreve Rafaela. Durante os cerca de 15 minutos que os visitantes esperaram pelo ônibus, chegaram a ser abordados quatro vezes.

Funcionária de um comércio logo em frente ao ponto da Linha Turismo do Mercado Municipal, Maria Michaliski conta que há dois anos tem percebido um aumento na quantidade de moradores de rua na região. 

De acordo com a atendente, mesmo com as ações de apoio a pessoas em situação de rua da Fundação de Ação Social (FAS), a situação continua. Apesar de depoimentos sobre o aumento, porém, desde o ano passado, a FAS não realiza levantamento sobre a quantidade de pessoas em situação de rua. Em abril de 2016, o número era de 1715.


Ações de apoio e melhorias



Motivada por denúncias na central telefônica da prefeitura (156), uma operação da FAS, da Guarda Municipal e do Departamento de Limpeza Pública da Prefeitura Municipal de Curitiba abordou cerca de 30 moradores de rua na manhã desta sexta-feira (28), na Praça Tiradentes. Apenas quatro, porém, aceitaram acolhimento.


Operações como essa, que buscam levar as pessoas em situação de rua aos centros de atendimento e assistência da prefeitura, acontecem com frequência na cidade. Só em junho deste ano, por exemplo, 26 operações similares aconteceram nas praças Tiradentes, Osório e Rui Babosa. Em julho, enquanto isso, o número já chega a 30.

Novos Cras



O prefeito Rafael Greca anunciou na semana passada três novos equipamentos para a assistência social em Curitiba: Centro de Referência da Assistência Social (Cras) no Bairro Alto, ampliação do Cras Vila Verde, na CIC, e a Casa de Apoio São Bento, no prédio do antigo Laboratório Municipal, no Parolin. Curitiba tem 45 Cras, uma das maiores redes do país. Os recursos vieram de uma emenda parlamentar proposta pelo deputado federal Hidekazu Takayama (PSC-PR).




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Número de moradores de rua em Curitiba surpreende turistas













Desigualdade social está fora do imaginário que muitos turistas têm sobre Curitiba e quebra imagem da “Cidade Modelo”


roblema social latente em Curitiba, a grande quantidade de pessoas em situação de rua no Centro da cidade surpreendeu também quem veio de fora para visitar a capital. Parte deles têm contato com essa realidade desigual ao utilizar a Linha Turismo. 

Assim se desconstrói a imagem que muitos têm de Curitiba como cidade modelo. A Fundação de Ação Social (FAS) abordou cerca de 30 moradores de rua na sexta-feira (28), mas apenas quatro aceitaram acolhimento. O problema está longe de ser solucionado.





“É a primeira vez que venho pra cá e eu nunca imaginei que Curitiba tivesse tanta desigualdade”, conta Magdiel Pacheco, servidor público que veio de São Luís, no Maranhão, para passar quatro dias em visita à capital. Pacheco aguardava o ônibus turístico na Praça Tiradentes na manhã de quinta-feira (27) e percebeu a vulnerabilidade social em que a população de rua se encontra.

“É triste perceber como, mesmo tendo um dos IDHs mais altos do país, Curitiba também tem muito desse problema social”, afirmou. A capital paranaense é a 12.ª cidade com maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil, de acordo com o censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“Com certeza essa realidade desconstrói a imagem idealizada que se tem daqui”, afirma o servidor. Na mesma manhã, os turistas pernambucanos Silvana Pereira , enfermeira, e Vicente Ferreira, professor, também aguardavam na fila do ônibus e ficaram surpresos com a população de rua. “A gente sabe que é um problema social de qualquer cidade, mas incomoda muito saber que tem tanta desigualdade”, explica Silvana.

No ponto da Linha Turismo entre o Mercado Municipal e a Rodoferroviária, a situação se repete. Os turistas Rafaela e Carlos Fortunato chegaram de São Paulo na quinta-feira acompanhados das duas filhas. E, após deixarem as bagagens no hotel em que estão hospedados, logo foram ao ponto para pegar o ônibus turístico.




 “E a primeira coisa que eu falei ao meu marido foi sobre como aqui em Curitiba também tem muitos moradores de rua, assim como São Paulo”, descreve Rafaela. Durante os cerca de 15 minutos que os visitantes esperaram pelo ônibus, chegaram a ser abordados quatro vezes.

Funcionária de um comércio logo em frente ao ponto da Linha Turismo do Mercado Municipal, Maria Michaliski conta que há dois anos tem percebido um aumento na quantidade de moradores de rua na região. 

De acordo com a atendente, mesmo com as ações de apoio a pessoas em situação de rua da Fundação de Ação Social (FAS), a situação continua. Apesar de depoimentos sobre o aumento, porém, desde o ano passado, a FAS não realiza levantamento sobre a quantidade de pessoas em situação de rua. Em abril de 2016, o número era de 1715.


Ações de apoio e melhorias



Motivada por denúncias na central telefônica da prefeitura (156), uma operação da FAS, da Guarda Municipal e do Departamento de Limpeza Pública da Prefeitura Municipal de Curitiba abordou cerca de 30 moradores de rua na manhã desta sexta-feira (28), na Praça Tiradentes. Apenas quatro, porém, aceitaram acolhimento.


Operações como essa, que buscam levar as pessoas em situação de rua aos centros de atendimento e assistência da prefeitura, acontecem com frequência na cidade. Só em junho deste ano, por exemplo, 26 operações similares aconteceram nas praças Tiradentes, Osório e Rui Babosa. Em julho, enquanto isso, o número já chega a 30.

Novos Cras



O prefeito Rafael Greca anunciou na semana passada três novos equipamentos para a assistência social em Curitiba: Centro de Referência da Assistência Social (Cras) no Bairro Alto, ampliação do Cras Vila Verde, na CIC, e a Casa de Apoio São Bento, no prédio do antigo Laboratório Municipal, no Parolin. Curitiba tem 45 Cras, uma das maiores redes do país. Os recursos vieram de uma emenda parlamentar proposta pelo deputado federal Hidekazu Takayama (PSC-PR).




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Número de moradores de rua em Curitiba surpreende turistas













Desigualdade social está fora do imaginário que muitos turistas têm sobre Curitiba e quebra imagem da “Cidade Modelo”


roblema social latente em Curitiba, a grande quantidade de pessoas em situação de rua no Centro da cidade surpreendeu também quem veio de fora para visitar a capital. Parte deles têm contato com essa realidade desigual ao utilizar a Linha Turismo. 

Assim se desconstrói a imagem que muitos têm de Curitiba como cidade modelo. A Fundação de Ação Social (FAS) abordou cerca de 30 moradores de rua na sexta-feira (28), mas apenas quatro aceitaram acolhimento. O problema está longe de ser solucionado.





“É a primeira vez que venho pra cá e eu nunca imaginei que Curitiba tivesse tanta desigualdade”, conta Magdiel Pacheco, servidor público que veio de São Luís, no Maranhão, para passar quatro dias em visita à capital. Pacheco aguardava o ônibus turístico na Praça Tiradentes na manhã de quinta-feira (27) e percebeu a vulnerabilidade social em que a população de rua se encontra.

“É triste perceber como, mesmo tendo um dos IDHs mais altos do país, Curitiba também tem muito desse problema social”, afirmou. A capital paranaense é a 12.ª cidade com maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil, de acordo com o censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“Com certeza essa realidade desconstrói a imagem idealizada que se tem daqui”, afirma o servidor. Na mesma manhã, os turistas pernambucanos Silvana Pereira , enfermeira, e Vicente Ferreira, professor, também aguardavam na fila do ônibus e ficaram surpresos com a população de rua. “A gente sabe que é um problema social de qualquer cidade, mas incomoda muito saber que tem tanta desigualdade”, explica Silvana.

No ponto da Linha Turismo entre o Mercado Municipal e a Rodoferroviária, a situação se repete. Os turistas Rafaela e Carlos Fortunato chegaram de São Paulo na quinta-feira acompanhados das duas filhas. E, após deixarem as bagagens no hotel em que estão hospedados, logo foram ao ponto para pegar o ônibus turístico.




 “E a primeira coisa que eu falei ao meu marido foi sobre como aqui em Curitiba também tem muitos moradores de rua, assim como São Paulo”, descreve Rafaela. Durante os cerca de 15 minutos que os visitantes esperaram pelo ônibus, chegaram a ser abordados quatro vezes.

Funcionária de um comércio logo em frente ao ponto da Linha Turismo do Mercado Municipal, Maria Michaliski conta que há dois anos tem percebido um aumento na quantidade de moradores de rua na região. 

De acordo com a atendente, mesmo com as ações de apoio a pessoas em situação de rua da Fundação de Ação Social (FAS), a situação continua. Apesar de depoimentos sobre o aumento, porém, desde o ano passado, a FAS não realiza levantamento sobre a quantidade de pessoas em situação de rua. Em abril de 2016, o número era de 1715.


Ações de apoio e melhorias



Motivada por denúncias na central telefônica da prefeitura (156), uma operação da FAS, da Guarda Municipal e do Departamento de Limpeza Pública da Prefeitura Municipal de Curitiba abordou cerca de 30 moradores de rua na manhã desta sexta-feira (28), na Praça Tiradentes. Apenas quatro, porém, aceitaram acolhimento.


Operações como essa, que buscam levar as pessoas em situação de rua aos centros de atendimento e assistência da prefeitura, acontecem com frequência na cidade. Só em junho deste ano, por exemplo, 26 operações similares aconteceram nas praças Tiradentes, Osório e Rui Babosa. Em julho, enquanto isso, o número já chega a 30.

Novos Cras



O prefeito Rafael Greca anunciou na semana passada três novos equipamentos para a assistência social em Curitiba: Centro de Referência da Assistência Social (Cras) no Bairro Alto, ampliação do Cras Vila Verde, na CIC, e a Casa de Apoio São Bento, no prédio do antigo Laboratório Municipal, no Parolin. Curitiba tem 45 Cras, uma das maiores redes do país. Os recursos vieram de uma emenda parlamentar proposta pelo deputado federal Hidekazu Takayama (PSC-PR).




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