atletiba
TORCEDOR DO CORITIBA BALEADO PELA PM (POLICIA MILITAR) EM FRENTE AO COUTO MORRE NO CAJURU
Torcedor chegou com vida ao Hospital Cajuru, mas não resistiu./Foto: Felipe Rosa
Um torcedor do Coritiba foi baleado numa confusão em frente ao Couto Pereira na tarde deste domingo (19). Ferido, o homem teria sido levado num carro, com a ajuda de uma viatura da Polícia Militar (PM), ao Hospital Cajuru, onde chegou a ser levado para cirurgia, mas não resistiu.
Conforme apurou a Tribuna do Paraná, a confusão aconteceu no momento da escolta dos torcedores do Coritiba, que seguiam para a Arena da Baixada, onde vai ser a partida. O tiro partiu da arma de um sargento da PM.
No momento do acompanhamento dos torcedores, um grupo teria provocado os policiais é arremessado alguma coisa contra uma das viaturas. As pessoas que estavam no Couto Pereira no momento da confusão disseram que o disparo pode ter sido acidental.
Um dos policiais, que é enfermeiro, teria ajudado no socorro. Há, ainda, uma terceira informação não confirmada pelas equipes, de que o ferido foi transportado na viatura da PM. À reportagem, a assessoria de imprensa da PM confirmou que o sargento do 13º Batalhão baleou o rapaz. O policial foi afastado das funções operacionais e administrativas por tempo indeterminado. Um Inquérito Policial Militar (IPM) foi aberto para apurar o que aconteceu.
Um torcedor do Coritiba foi baleado numa confusão em frente ao Couto Pereira na tarde deste domingo (19). Ferido, o homem teria sido levado num carro, com a ajuda de uma viatura da Polícia Militar (PM), ao Hospital Cajuru, onde chegou a ser levado para cirurgia, mas não resistiu.
Conforme apurou a Tribuna do Paraná, a confusão aconteceu no momento da escolta dos torcedores do Coritiba, que seguiam para a Arena da Baixada, onde vai ser a partida. O tiro partiu da arma de um sargento da PM.
No momento do acompanhamento dos torcedores, um grupo teria provocado os policiais é arremessado alguma coisa contra uma das viaturas. As pessoas que estavam no Couto Pereira no momento da confusão disseram que o disparo pode ter sido acidental.
Um dos policiais, que é enfermeiro, teria ajudado no socorro. Há, ainda, uma terceira informação não confirmada pelas equipes, de que o ferido foi transportado na viatura da PM. À reportagem, a assessoria de imprensa da PM confirmou que o sargento do 13º Batalhão baleou o rapaz. O policial foi afastado das funções operacionais e administrativas por tempo indeterminado. Um Inquérito Policial Militar (IPM) foi aberto para apurar o que aconteceu.
Confusão no hospital
Segundo quem estava no Hospital Cajuru quando o ferido chegou, o tumulto no local também foi grande. Além de torcedores do Coritiba, um grupo do Atlético também chegou.
“Um carro escuro parou, o rapaz saiu com muito sangue no peito e foi levado lá pra dentro. Junto chegaram as viaturas, eram umas seis”, contou uma mulher que acompanha o tio internado no hospital.
Segundo quem estava no Hospital Cajuru quando o ferido chegou, o tumulto no local também foi grande. Além de torcedores do Coritiba, um grupo do Atlético também chegou.
“Um carro escuro parou, o rapaz saiu com muito sangue no peito e foi levado lá pra dentro. Junto chegaram as viaturas, eram umas seis”, contou uma mulher que acompanha o tio internado no hospital.
Estado grave
O ferido, conforme o hospital, chegou em estado gravíssimo. Sangrando muito, o homem foi colocado numa maca e, da emergência, encaminhado direto ao Centro Cirúrgico. O rapaz morreu logo que começou a ser operado. Ele ainda não foi identificado.
fonte imagens google
fonte redação http://www.tribunapr.com.br/noticias/seguranca/torcedor-do-coritiba-baleado-em-frente-ao-couto-morre-no-cajuru/
fonte titulo redator
O ferido, conforme o hospital, chegou em estado gravíssimo. Sangrando muito, o homem foi colocado numa maca e, da emergência, encaminhado direto ao Centro Cirúrgico. O rapaz morreu logo que começou a ser operado. Ele ainda não foi identificado.
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fonte redação http://www.tribunapr.com.br/noticias/seguranca/torcedor-do-coritiba-baleado-em-frente-ao-couto-morre-no-cajuru/
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Clubes brigam com Federação e bola não rola no Atletiba
Atlético-PR e Coritiba se recusaram a jogar após Federação Paranaense proibir a transmissão particular na internet. Confusão deve ter desdobramentos nos próximos dias
Um Atletiba que entra para história sem acontecer. Inconformados por não poderem jogar com transmissão particular na internet, Atlético Paranaense e Coritiba se recusaram a jogar pela quinta rodada do Campeonato Paranaense 2017, na Arena da Baixada. O domingo (19 de fevereiro), aliás, começou muito confuso e trágico.
Nas ruas de Curitiba, confusão entre torcedores dos dois times e um coxa-branca morto por tiro efetuado pela Polícia Militar nas proximidades do Couto Pereira. Na Arena, depois de hino executados, torcedores acomodados e jogadores prontos para a bola rolar, ordens da Federação Paranaense impediram o início da partida. Tudo por conta da transmissão particular gratuita dos clubes pelo Youtube, em acordo feito pelos dois times que não assinaram com a televisão detentora dos direitos.
O técnico Paulo Autuori foi o primeiro a chamar seus jogadores e tirar o time de campo. Na lateral do gramado, dirigentes – que não queriam abrir mão de transmitir por sua conta – comissões técnicas e imprensa tentando entender o que aconteceria. Nas arquibancadas, gritos de vergonha e discussão em alguns setores. No centro do gramado, o trio de arbitragem, esperando por novas ordens da FPF, aguardava.
O time atleticano retornou ao gramado para evitar alguma decisão de WO antes de outra definição. Nos bastidores, muita conversa entre os dois clubes, tentando não ceder por não concordarem com o atual modelo de cessão de direitos. O policiamento também mostrava preocupação e tentava intermediar as conversar.
Depois de 30 minutos de espera, quem deixou o gramado foi o time do Coritiba. Mas, logo voltaram, intercalados com jogadores do Furacão, mostrando a união entre os clubes, de mãos dadas no círculo central, recebendo o aplauso das arquibancadas, deixando a pressão toda para a Federação.
O presidente do Atlético-PR, Luiz Sallim Emmed, criticou a falta de bom senso da FPF. “O presidente da Federação não tem a sensibilidade de sentir o que está acontecendo aqui. Tanto Atlético por decisão institucional, tanto Coritiba, não vamos permitir que se recue a transmissão. O árbitro está obedecendo ordens, mas é a autoridade máxima da partida. E temos condições de ter jogo. É uma ideia absurda desse presidente. Vamos quebrar essa barreira de uma transmissão única de algumas redes. Não dá para ficar nesse tempo de coisa, basta. Não podemos ficar reféns e ideias estreitas, como está acontecendo agora.
A Federação Paranaense vai se manifestar apenas após consultar seu corpo jurídico, já que não houve partida, mas os times estavam em campo para atuar, o que poderia não configurar um WO. A confusão deve ter muitos desdobramentos nos próximos dias.
fonte redação https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=6195308771705255479#editor/target=post;postID=7771499459102368143;onPublishedMenu=allposts;onClosedMenu=allposts;postNum=0;src=link
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Árbitro erra, gera revolta da torcida e desperta PM despreparada
Publicado em 25/09/2011, 16:38 /Atualizado em 25/09/2011, 21:26
O Atlético Paranaense vencia o Fluminense por 1 a 0 na Arena da Baixada, quando o árbitro Wagner Reway marcou pênalti de Manoel em Lanzini, aos 46 minutos da etapa final. Segundos antes, o argentino havia se atirado na área. Uma nova tentativa instantes depois bastou para que conseguisse seu claro objetivo, cavar uma penalidade máxima para salvar seu time da derrota.
Algo que se repete com apavorante frequência no futebol brasileiro. Reflexo evidente das péssimas arbgitragens, da moda do cai-cai apoiado por setores da mídia e do corporativismo daqueles que apitavam e agora "analisam" a atuação dos colegas. E entre os modismos há o do politicamente correto, que condena o torcedor que não se comporta no estádio como se fosse beata na missa.
A revolta dos atleticanos foi mais do que compreensível. O time luta contra o rebaixamento e os três pontos eram de enorme importância. Dois deles foram retirados da conta do Furacão após a terrível intervenção do apito no andamento da partida com a equivocadíssima marcação do pênalti. Foi daqueles resultados difíceis de engolir, ainda mais nas circunstâncias.
Exigir que aquelas pessoas apaixonadas pelo seu time enfiem o rabo entre as pernas e voltem para casa sem qualquer manifestação é pedir demais. Torcedor não tem o direito de bater em ninguém, de invadir treinos, de depredar o clube, o estádio, mas ainda pode protestar, seja contra dirigentes, jogadores, técnicos, adversários e arbitragem, ora. Cabe a quem faz a segurança impedir excessos.
Mas não é assim que costuma agir a polícia. Já disse e escrevi antes que acho a presença de policiais fazendo a segurança dentro dos estádios muito questionável. Se o espetáculo e privado, lá dentro a segurança também deveria ser particular, como nos shows que acontecem nos mesmos locais das pelejas. Mas a partir do momento que a PM se dispõe a fazer tal trabalho, que o faça direito.
Torcedor com raiva do juiz, na maioria dos casos, não vai além dos palavrões, do desabafo revoltado e, no caso de sábado, a meu ver com inteira razão. Os que fazem a segurança estão ali para não permitir que passem dos limites e prender quem for além atirando algo, tentando agredir ou mesmo atacando alguém. E o cidadão que paga ingresso não é bandido, até que se prove o contrário.
A polícia se posicionou no campo de jogo, voltada para a arquibancada. Do outro lado da grade os atleticanos xingavam a arbitragem. Impossível entender a postura de policiais que exibiram armas pesadas para a torcida, provocando correria em meio às cadeiras. Qual a necessidade daquilo? Por que mandar as pessoas embora aos empurrões? Com quem eles acham que estão lidando?
A televisão exibiu tudo. Um show de excessos, demonstrações de força desproporcional, desnecessária, como se torcedores fossem bandidos num motim, presos numa rebelião, elementos de alta periculosidade. Isso quando na verdade eram apenas rubro-negros querendo mostrar sua revolta ao responsável por começar tudo aquilo. Cenas muito piores do que os palavrões dirigidos ao árbitro.
E em meio às imagens da TV, uma cena que praticamente encerrou o pífio espetáculo militar. Dois policiais olham em tom desafiador para torcedores. A câmera está fechada neles, E daí? Isso não os inibe, nem impede um deles de disparar palavrões. Olham para quem está na arquibancada em postura que vai além da arrogância. Me senti vendo um daqueles filmes da Segunda Guerra.
O futebol não precisa disso, não precisa dessa gente que apita mal e muito menos dos que são valentes diante de torcedores que só querem desabafar após um erro que estragou o fim de semana deles. Por favor, guardem toda essa valentia para os marginais. Torcedor de futebol é apenas o cara mais importante desse negócio todo. Os bandidos são outros.
PS: se você acha que foi pênalti, que o árbitro acertou, ok. Mas entenda que isso é o menos importante e não é a discussão que o post acima propõe. O debate aqui é outro, interessa a todas a torcidas, a todos que vão aos estádios. Basta ler e entender, não é tão difícil.



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