Estado do paraná na U . T . I
Estado do paraná acamado, muito mal, na u. t. i acometido de chóques de gestão
governo do estado do paraná e alep -
Van plotada em sátira a deputados no “camburão” é multada pela PM
Lava uma mão, lava outra - Discovery Kids - Dettol
pacotaço do ilustre governador reeleito beto richa e nobre vice- governadora cida
borggheti. Impeatchment já, destituição da alep já, demorou.
PACOTAÇO
Van plotada em sátira a deputados no “camburão” é multada pela PM
Proprietário foi abordado pelos policiais e multado em R$ 127,69, além de cinco pontos na carteira, por ter descaracterizado veículo, que, originalmente, era da cor branca
18/02/2015 | 22:11 | ANTONIO SENKOVSKI
Uma van plotada com sátira à cena dos deputados sendo escoltados em um camburão, na semana passada, quando tentavam aprovar o "pacotaço" proposto por Beto Richa (PSDB), foi multada na tarde desta quarta-feira (18).
A Polícia Militar seguiu o carro e fez o motorista parar no meio do caminho. Foi aplicada uma multa porque no documento consta que o veículo é da cor branca, mas, com os adesivos, a cor predominante passou a ser preta. O valor da multa é de R$ 127,69 e a infração é grave, o que resulta em cinco pontos na carteira – informação que os policiais não souberam repassar ao condutor na hora da abordagem, segundo o homem multado.
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O proprietário do veículo é o mecânico Jackson Toti, 47. Ele diz que tinha ido prestar solidariedade a manifestantes da greve do Detran-PR. Os funcionários do órgão de trânsito também estão em greve e fizeram um manifesto durante a tarde. Ele conta que os policiais apreenderam apenas o documento do veículo e disseram que o condutor tem cinco dias para “desplotar” o veículo e apresentar a autoridade de trânsito. “Eu consegui vir para casa com o carro. Mas a gente sabe que o carro era uma caça marcada para eles acertarem o tiro.”
A reportagem tentou contato com a assessoria de imprensa da PM para obter a versão da corporação às 22h07, mas a ligação caiu na caixa postal.
Recursos para plotagem
Toti contou que não foi a APP sindicato quem patrocinou a plotagem. “Foi uma ideia que a gente teve com o pessoal da APP, de protestar de alguma forma que chamasse a atenção.” O mecânico é filho de uma professora. “Além disso, eu sou pagador de impostos.” Ele conta que um dono de uma oficina foi quem fez a plotagem, sem cobrar nada.
A van preta, da mesma cor do ônibus da tropa de choque da PM, estava plotada com os dizeres “Segurança – Bloco do Camburão”. O veículo sempre circulava com serpentina e máscaras, e tem ainda o rosto dos parlamentares aliados do governo estadual. Todos aparecem em uma montagem atrás de grades que simulam uma cela de presídio. Com a multa, a brincadeira do bloco de carnaval dos deputados escoltados deve ter fim.
fonte imagens google
fonte redação gazetadopovo.com.br/vidapublica/conteudo.phtml?id=1533653
A Polícia Militar seguiu o carro e fez o motorista parar no meio do caminho. Foi aplicada uma multa porque no documento consta que o veículo é da cor branca, mas, com os adesivos, a cor predominante passou a ser preta. O valor da multa é de R$ 127,69 e a infração é grave, o que resulta em cinco pontos na carteira – informação que os policiais não souberam repassar ao condutor na hora da abordagem, segundo o homem multado.
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O proprietário do veículo é o mecânico Jackson Toti, 47. Ele diz que tinha ido prestar solidariedade a manifestantes da greve do Detran-PR. Os funcionários do órgão de trânsito também estão em greve e fizeram um manifesto durante a tarde. Ele conta que os policiais apreenderam apenas o documento do veículo e disseram que o condutor tem cinco dias para “desplotar” o veículo e apresentar a autoridade de trânsito. “Eu consegui vir para casa com o carro. Mas a gente sabe que o carro era uma caça marcada para eles acertarem o tiro.”
A reportagem tentou contato com a assessoria de imprensa da PM para obter a versão da corporação às 22h07, mas a ligação caiu na caixa postal.
Recursos para plotagem
Toti contou que não foi a APP sindicato quem patrocinou a plotagem. “Foi uma ideia que a gente teve com o pessoal da APP, de protestar de alguma forma que chamasse a atenção.” O mecânico é filho de uma professora. “Além disso, eu sou pagador de impostos.” Ele conta que um dono de uma oficina foi quem fez a plotagem, sem cobrar nada.
A van preta, da mesma cor do ônibus da tropa de choque da PM, estava plotada com os dizeres “Segurança – Bloco do Camburão”. O veículo sempre circulava com serpentina e máscaras, e tem ainda o rosto dos parlamentares aliados do governo estadual. Todos aparecem em uma montagem atrás de grades que simulam uma cela de presídio. Com a multa, a brincadeira do bloco de carnaval dos deputados escoltados deve ter fim.
fonte imagens google
fonte redação gazetadopovo.com.br/vidapublica/conteudo.phtml?id=1533653
Quem são os brasileiros que guardam $20 bilhões no HSBC?
Quem são os brasileiros que guardam $20
bilhões no HSBC?
O escândalo do HSBC ou Swissleaks revela a hipocrisia abissal da nossa imprensa corporativa.
O caso traz o nome de milhares de indivíduos, muitos super-ricos, que escondiam fortunas no exterior, evitando o pagamento de impostos em seus países.
Para a nossa mídia, escândalos só tem importância se puderem ser usados como arma política para detonar o PT e o governo.
O Brasil é um dos países com maior número de pessoas envolvidas na evasão fiscal e lavagem de dinheiro proporcionadas pelo HSBC, e até agora, à diferença de diversos outros países, onde o caso domina a agenda jornalística, nossos jornais vem abafando o caso.
O único grande órgão de imprensa a manter a guarda dos nomes dos brasileiros envolvidos é o UOL, que já declarou que irá divulgar apenas se “houver interesse público”.
Em outras palavras, os nomes apenas serão divulgados se puderem ser usados para jogar lenha em algum escândalo da imprensa e incorporados a alguma narrativa midiática.
É o que fez Fernando Rodrigues, que divulgou apenas os nomes envolvidos no escândalo do HSBC que também constam no inquérito da operação Lava a Jato.
Com extraordinária submissão, Rodrigues garante que outros nomes não irão vazar, apesar de informar que, no caso do Brasil, “são 6.606 contas bancárias (que atendem a 8.667 clientes) e um valor movimentado/depositado (em 2006 e/ou 2007) de cerca de US$ 7 bilhões – o equivalente a cerca de R$ 20 bilhões, um montante próximo ao que o governo da presidente Dilma Rousseff precisa economizar em 2015 para fazer o ajuste fiscal do país.”
20 bilhões de reais!
Rodrigues admite que, na lista, há “empresários, banqueiros, artistas, esportistas, intelectuais”.
Onde estão esses nomes? Por que não revelá-los?
O caso poderia gerar a um debate sobre o crime que mais retira recursos da economia brasileira: a sonegação e a evasão fiscal.
Mas esses assuntos são evitados por nossa imprensa com um fervor religioso.
Recentemente, a organização Tax Justice divulgou duas notícias envolvendo o Brasil que foram completamente abafadas por nossa grande imprensa.
Primeiro, foi o ranking internacional dos países que mais detêm fortunas em paraísos fiscais. O Brasil está em quarto lugar, com nossos super-ricos guardando no exterior, ilegalmente, mais de R$ 1 trilhão.
Em seguida, a mesma ONG divulgou outro estudo, posicionando o Brasil em segundo lugar no ranking dos países com maior taxa de evasão fiscal do mundo, só perdendo para a Rússia. Sendo que, em valor total, o Brasil sonega 280 bilhões de dólares por ano, contra 211 bilhões da Rússia.
Em valor, o Brasil só perde para os EUA.
A evasão fiscal dos EUA foi estimada em 337 bilhões de dólares, mas isso corresponde a somente 2,3% do PIB de lá.
A nossa evasão fiscal corresponde a 13,4% do PIB!
O engraçado é que a mídia poderia, facilmente, usar essa informação para bater no governo, exigindo maior controle sobre o vazamento de nossas divisas.
Por que não o fez?
Porque essa é uma crítica que a mídia não quer fazer ao governo.
O Globo prefere (como volta a fazer hoje), naturalmente, defender o ajuste fiscal do Levy, que ao lado de corrigir algumas distorções, dá umas mordidas desnecessárias em direitos dos trabalhadores.
Imagina se o Globo vai defender que a busca do saneamento das contas públicas se dê pelo aumento de rigor sobre a evasão fiscal?
A nossa mídia prestou um silêncio obediente em relação ao escândalo de sonegação da Globo.
Foi um fenômeno incrível, mas que serviu maravilhosamente para iluminar a hipocrisia da nossa mídia.
O abafamento do escândalo revelou a existência de um cartel poderoso, encabeçado pela Globo, que exerce um controle absoluto sobre milhares de outras empresas de mídia.
Ninguém fala mal um do outro.
A nossa mídia é uma espécie de Estado Islâmico. Jornalista que foge à regra, tem sua cabeça cortada em frente às câmeras. Empresa afiliada ao cartel que divulga escândalo incômodo, perde contratos de publicidade.
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fonte redação
O escândalo do HSBC ou Swissleaks revela a hipocrisia abissal da nossa imprensa corporativa.
O caso traz o nome de milhares de indivíduos, muitos super-ricos, que escondiam fortunas no exterior, evitando o pagamento de impostos em seus países.
Para a nossa mídia, escândalos só tem importância se puderem ser usados como arma política para detonar o PT e o governo.
O Brasil é um dos países com maior número de pessoas envolvidas na evasão fiscal e lavagem de dinheiro proporcionadas pelo HSBC, e até agora, à diferença de diversos outros países, onde o caso domina a agenda jornalística, nossos jornais vem abafando o caso.
O único grande órgão de imprensa a manter a guarda dos nomes dos brasileiros envolvidos é o UOL, que já declarou que irá divulgar apenas se “houver interesse público”.
Em outras palavras, os nomes apenas serão divulgados se puderem ser usados para jogar lenha em algum escândalo da imprensa e incorporados a alguma narrativa midiática.
É o que fez Fernando Rodrigues, que divulgou apenas os nomes envolvidos no escândalo do HSBC que também constam no inquérito da operação Lava a Jato.
Com extraordinária submissão, Rodrigues garante que outros nomes não irão vazar, apesar de informar que, no caso do Brasil, “são 6.606 contas bancárias (que atendem a 8.667 clientes) e um valor movimentado/depositado (em 2006 e/ou 2007) de cerca de US$ 7 bilhões – o equivalente a cerca de R$ 20 bilhões, um montante próximo ao que o governo da presidente Dilma Rousseff precisa economizar em 2015 para fazer o ajuste fiscal do país.”
20 bilhões de reais!
Rodrigues admite que, na lista, há “empresários, banqueiros, artistas, esportistas, intelectuais”.
Onde estão esses nomes? Por que não revelá-los?
O caso poderia gerar a um debate sobre o crime que mais retira recursos da economia brasileira: a sonegação e a evasão fiscal.
Mas esses assuntos são evitados por nossa imprensa com um fervor religioso.
Recentemente, a organização Tax Justice divulgou duas notícias envolvendo o Brasil que foram completamente abafadas por nossa grande imprensa.
Primeiro, foi o ranking internacional dos países que mais detêm fortunas em paraísos fiscais. O Brasil está em quarto lugar, com nossos super-ricos guardando no exterior, ilegalmente, mais de R$ 1 trilhão.
Em seguida, a mesma ONG divulgou outro estudo, posicionando o Brasil em segundo lugar no ranking dos países com maior taxa de evasão fiscal do mundo, só perdendo para a Rússia. Sendo que, em valor total, o Brasil sonega 280 bilhões de dólares por ano, contra 211 bilhões da Rússia.
Em valor, o Brasil só perde para os EUA.
A evasão fiscal dos EUA foi estimada em 337 bilhões de dólares, mas isso corresponde a somente 2,3% do PIB de lá.
A nossa evasão fiscal corresponde a 13,4% do PIB!
O engraçado é que a mídia poderia, facilmente, usar essa informação para bater no governo, exigindo maior controle sobre o vazamento de nossas divisas.
Por que não o fez?
Porque essa é uma crítica que a mídia não quer fazer ao governo.
O Globo prefere (como volta a fazer hoje), naturalmente, defender o ajuste fiscal do Levy, que ao lado de corrigir algumas distorções, dá umas mordidas desnecessárias em direitos dos trabalhadores.
Imagina se o Globo vai defender que a busca do saneamento das contas públicas se dê pelo aumento de rigor sobre a evasão fiscal?
A nossa mídia prestou um silêncio obediente em relação ao escândalo de sonegação da Globo.
Foi um fenômeno incrível, mas que serviu maravilhosamente para iluminar a hipocrisia da nossa mídia.
O abafamento do escândalo revelou a existência de um cartel poderoso, encabeçado pela Globo, que exerce um controle absoluto sobre milhares de outras empresas de mídia.
Ninguém fala mal um do outro.
A nossa mídia é uma espécie de Estado Islâmico. Jornalista que foge à regra, tem sua cabeça cortada em frente às câmeras. Empresa afiliada ao cartel que divulga escândalo incômodo, perde contratos de publicidade.
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