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"PSDB CHEIRA A
DERROTA"
8 DE MAIO DE 2014 ÀS 05:23
Vice na chapa de Eduardo Campos, a ex-senadora Marina Silva rompeu a trégua que havia entre PSB e PSDB; disse que os tucanos têm vocação para perder e criticou ainda a postura do senador Aécio Neves na CPI da Petrobras; "Queremos criar mecanismos de transparência e não ficar faturando, chafurdando na lama da corrupção"; sobre a presidente Dilma, ela também foi bastante crítica; situação atual, segundo ela, matou o mito da "gerentona"; Marina afirma ainda que só Campos pode impedir uma nova vitória do PT em 2014
8 DE MAIO DE 2014 ÀS 05:23
Por Aquiles Lins, do Tocantins 247 – A pré-candidata a vice-presidente da República na chapa de Eduardo Campos (PSB), Marina Silva esteve em Palmas nesta quarta-feira, 7, para participar de uma palestra a estudantes da Universidade Federal do Tocantins sobre Sustentabilidade. Em entrevista antes do evento, a ex-ministra de Meio Ambiente mirou artilharia de grosso calibre na direção da presidente Dilma Rousseff, do PT, e também do senador tucano Aécio Neves (PSDB-MG).
Segundo ela, Eduardo Campos é a única alternativa real de vitória contra o PT em 2014, porque o PSDB teria o "cheiro da derrota". "O PSDB sabe que já tem o cheiro da derrota no segundo turno. E o PT já aprendeu que a melhor forma de ganhar é contra o PSDB" (leia ainda a entrevista concedida por Marina ao jornalista Bernardo Mello Franco). A declaração, na prática, rompe a trégua que havia entre PSB e PSDB até agora. Em desvantagem em relação a Aécio nas pesquisas, Campos vem sendo pressionado por Marina a elevar o tom das críticas a Aécio.
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Segundo Marina, Campos seria um nome à esquerda de Aécio. "Campos protagoniza uma agenda progressista de respeito aos direitos sociais, de não ir pelo caminho mais fácil de reduzir a maioridade penal e as conquistas dos trabalhadores."
Críticas a Dilma
No evento em Palmas, a ex-senadora também criticou a presidente Dilma Rousseff e disse que a CPI da Petrobras comprova que o "mito da gerente" não existe mais. “É insustentável achar que a corrupção é um problema da Dilma. A corrupção não é um problema da Dilma. A corrupção tem que ser um problema nosso. Se continuar a ser um problema da Dilma, vai continuar a ter corrupção feia. Na campanha de 2010, estabeleceu-se um embate entre o Serra e a Dilma para saber quem era o melhor gerente. Pelo que está acontecendo com a Petrobras, esse mito já foi embora”, disparou.
Marina afirmou que nas situações em que a sociedade se mobilizou – ela citou a escravidão, a ditadura, a inflação e a diminuição da pobreza, o país avançou. Mas criticou, sem citar nomes, o PSDB, DEM, e outros partidos de oposição pelo alardeio em cima da CPI da Petrobras no Senado. “Queremos criar mecanismos de transparência e não ficar faturando, chafurdando na lama da corrupção. E obviamente queremos investigação rigorosa de todos os casos que forem denunciados”, disse.
Risco de inflação
Sobre a queda da presidente nas últimas pesquisas, Marina Silva voltou a dar a Petrobras como exemplo de preocupação para o brasileiro sobre o governo Dilma. “A sociedade brasileira está preocupada com o que está acontecendo com o Brasil. Escândalos sucessivos, um completo distanciamento do que acontece em Brasília com a realidade das pessoas. Estamos com o risco da inflação, o crescimento baixo, aumento de juros e as pessoas sabem no que isso vai dar. Obviamente que se as pessoas disserem que isso está bom, referendando as pesquisas, só se nós gostássemos de apanhar. Eu vejo como a sabedoria do povo”, afirmou.
A fundadora do Rede Sustentabilidade é detentora de um cobiçado patrimônio político de cerca de 20 milhões de votos, que obteve nas eleições de 2010 como candidata a presidente. O problema é que até o momento, uma parcela muito pequena desse eleitorado está conseguindo se identificar com o candidato apoiado por ela. Setores do próprio PSB já começam a avaliar a possibilidade de ser Marina, e não Campos, a candidata do partido. Mas Marina não cogita a possibilidade, garante que só será candidata a vice e que o nome na disputa é o do ex-governador de Pernambuco.
Os comentários aqui postados expressam a opinião
dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247
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fonte redação brasil247.com/pt/247/tocantins247/139086/Marina-sepulta-trégua-PSDB-cheira-a-derrota.htm
Lava uma mão, lava outra - Discovery Kids - Dettol
marina silva - O que me move é minha consciência e assumo a responsabilidade pelas minhas escolhas."
© Foto: Estadão Ex-senadora, que ficou em terceiro lugar no primeiro turno, disse que a 'alternância de poder fará bem ao Brasil'
Uma semana após o primeiro turno da eleição presidencial, a candidata derrotada pelo PSB
Lava uma mão, lava outra - Discovery Kids - Dettol
, Marina Silva, declarou neste domingo, 12, em São Paulo, seu apoio a Aécio Neves (PSDB) no segundo turno. Em seu pronunciamento, Marina afirmou que "uma semana não é tempo longo tempo para tomada de decisão". "Alternância de poder fará bem ao Brasil", disse. "Aécio retoma o fio da meada virtuoso e corretamente manifesta-se na forma de um compromisso forte, a exemplo de Lula em 2002, que assumiu compromissos com a manutenção do Plano Real, abrindo diálogo com os setores produtivos."
Ao lado de seu candidato a vice-presidente, Beto Albuquerque (PSB), Marina disse que o documento divulgado ontem por Aécio é "carta-compromisso" com brasileiros. O candidato tucano anunciou no sábado, 11, no Recife quais compromissos propostos pela terceira colocada na disputa vai assumir neste segundo turno. Entram questões ambientais e indígenas, mas a principal divergência entre eles - a discussão sobre maioridade penal - ficou de fora.
"Doze anos depois, temos um passo adiante, uma segunda carta aos brasileiros", disse Marina.
"Rejeito a interpretação de que o documento seja dirigido a mim em busca de apoio", afirmou a ex-candidata. "Votarei em Aécio e o apoiarei, votando nesses compromissos, dando um crédito de confiança à sinceridade de propósitos do candidato e de seu partido e, principalmente, entregando à sociedade brasileira a tarefa de exigir que sejam cumpridos", acrescentou.
Antes de fazer o anúncio, Marina agradeceu "a Deus e ao povo brasileiro". Ela obteve 22.176.619 votos (ou 21,32% dos válidos) no primeiro turno e ficou em terceiro lugar, atrás de Dilma Rousseff (PT) e Aécio.
Leia a íntegra do texto lido por Marina:
"Ontem, em Recife, o candidato Aécio Neves apresentou o documento “Juntos pela Democracia, pela Inclusão Social e pelo Desenvolvimento Sustentável”.
Quero, de início, deixar claro que entendo esse documento como uma carta compromisso com os brasileiros, com a nação.
Rejeito qualquer interpretação de que seja dirigida a mim, em busca de apoio.
Seria um amesquinhamento dos propósitos manifestados por Aécio imaginar que eles se dirigem a uma pessoa e não aos cidadãos e cidadãs brasileiros.
E seria um equívoco absoluto e uma ofensa imaginar que me tomo por detentora de poderes que são do povo ou que poderia vir a ser individualmente destinatária de promessas ou compromissos.
Os compromissos explicitados e assinados por Aécio tem como única destinatária a nação e a ela deve ser dada satisfação sobre seu cumprimento.
E é apenas nessa condição que os avaliei para orientar minha posição neste segundo turno das eleições presidenciais.
Estamos vivendo nestas eleições uma experiência intensa dos desafios da política.
Para mim eles começaram há um ano, quando fiz com Eduardo Campos a aliança que nos trouxe até aqui.
Pela primeira vez, a coligação de partidos se dava exclusivamente por meio de um programa, colocando as soluções para o país acima dos interesses específicos de cada um.
Em curto espaço de tempo, e sofrendo os ataques destrutivos de uma política patrimonialista, atrasada e movida por projetos de poder pelo poder, mantivemos nosso rumo, amadurecemos, fizemos a nova política na prática.
Os partidos de nossa aliança tomaram suas decisões e as anunciaram.
Hoje estou diante de minha decisão como cidadã e como parte do debate que está estabelecido na sociedade brasileira.
Me posicionarei.
Prefiro ser criticada lutando por aquilo que acredito ser o melhor para o Brasil, do que me tornar prisioneira do labirinto da defesa do meu interesse próprio, onde todos os caminhos e portas que percorresse e passasse, só me levariam ao abismo de meus interesses pessoais.
A política para mim não pode ser apenas, como diz Bauman, a arte de prometer as mesmas coisas.
Parodiando-o, eu digo que não pode ser a arte de fazer as mesmas coisas.
Ou seja, as velhas alianças pragmáticas, desqualificadas, sem o suporte de um programa a partir do qual dialogar com a nação.
Vejo no documento assinado por Aécio mais um elo no encadeamento de momentos históricos que fizeram bem ao Brasil e construíram a plataforma sobre a qual nos erguemos nas últimas décadas.
Ao final da presidência de Fernando Henrique Cardoso, a sociedade brasileira demonstrou que queria a alternância de poder, mas não a perda da estabilidade econômica.
E isso foi inequivocamente acatado pelo então candidato da oposição, Lula, num reconhecimento do mérito de seu antecessor e de que precisaria dessas conquistas para levar adiante o seu projeto de governo.
Agora, novamente, temos um momento em que a alternância de poder fará bem ao Brasil, e o que precisa ser reafirmado é o caminho dos avanços sociais, mas com gestão competente do Estado e com estabilidade econômica, agora abalada com a volta da inflação e a insegurança trazida pelo desmantelamento de importantes instituições públicas.
Aécio retoma o fio da meada virtuoso e corretamente manifesta-se na forma de um compromisso forte, a exemplo de Lula em 2002, que assumiu compromissos com a manutenção do Plano Real, abrindo diálogo com os setores produtivos.
Doze anos depois, temos um passo adiante, uma segunda carta aos brasileiros, intitulada: “Juntos pela democracia, a inclusão social e o desenvolvimento sustentável”.
Destaco os compromissos que me parecem cruciais na carta de Aécio:
O respeito aos valores democráticos, a ampliação dos espaços de exercício da democracia e o resgate das instituições de Estado.
A valorização da diversidade sociocultural brasileira e o combate a toda forma de discriminação.
A reforma política, a começar pelo fim da reeleição para cargos executivos, que tem sido fonte de corrupção e mau uso das instituições de Estado.
Sermos capazes de entender que, no mundo atual, a ampliação da participação popular no processo deliberativo, através da utilização das redes sociais, de conselhos e das audiências públicas sobre temas importantes, não se choca com os princípios da democracia representativa, que têm que ser preservados.
Compromissos sociais avançados com a Educação, a Saúde, a Reforma Agrária.[
Prevenção frente a vulnerabilidade da juventude, rejeitando a prevalência da ótica da punição.
Lei para o Bolsa Família, transformando-o em programa de Estado
Brasil com fhc e psdb na inflação á 5500% ao ano
psdb e excelentissimo governador de são paulo geraldo alckmin nas eleições 2014
AÉCIO NEVES CRITICA "LENIÊNCIA" DE DILMA COM INFLAÇÃO E PEDE AUTONOMIA DO BC
Compromissos socioambientais de desmatamento zero, políticas corretas de Unidades de Conservação, trato adequado da questão energética, com diversificação de fontes e geração distribuída.
Inédita determinação de preparar o país para enfrentar as mudanças climáticas e fazer a transição para uma economia de baixo carbono, assumindo protagonismo global nessa área.
Manutenção das conquistas e compromisso de assegurar os direitos indígenas, de comunidades quilombolas e outras populações tradicionais. Manutenção da prerrogativa do Poder Executivo na demarcação de Terras indígenas
Compromissos com as bases constitucionais da federação, fortalecendo estados e municípios e colocando o desenvolvimento regional como eixo central da discussão do Pacto Federativo.
Finalmente, destaco e apoio o apelo à união do Brasil e à busca de consenso para construir uma sociedade mais justa, democrática, decente e sustentável.
Entendo que os compromissos assumidos por Aécio são a base sobre a qual o pais pode dialogar de maneira saudável sobre seu presente e seu futuro.
É preciso, e faço um apelo enfático nesse sentido, que saiamos do território da política destrutiva para conseguir ver com clareza os temas estratégicos para o desenvolvimento do país e com tranqüilidade para debatê-los tendo como horizonte o bem comum.
Não podemos mais continuar apostando no ódio, na calúnia e na desconstrução de pessoas e propostas apenas pela disputa de poder que dividem o Brasil.
O preço a pagar por isso é muito caro: é a estagnação do Brasil, com a retirada da ética das relações políticas.
É a substituição da diversidade pelo estigma, é a substituição da identidade nacional pela identidade partidária raivosa e vingativa.
É ferir de morte a democracia.
Chegou o momento de interromper esse caminho suicida e apostar, mais uma vez, na alternância de poder sob a batuta da sociedade, dos interesses do pais e do bem comum.
É com esse sentimento que, tendo em vista os compromissos assumidos por Aécio Neves, declaro meu voto e meu apoio neste segundo turno.
Votarei em Aécio e o apoiarei, votando nesses compromissos, dando um crédito de confiança à sinceridade de propósitos do candidato e de seu partido e, principalmente, entregando à sociedade brasileira a tarefa de exigir que sejam cumpridos.
Faço esta declaração como cidadã brasileira independente que continuará livre e coerentemente, suas lutas e batalhas no caminho que escolheu.
Não estou com isso fazendo nenhum acordo ou aliança para governar.
O que me move é minha consciência e assumo a responsabilidade pelas minhas escolhas."
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LOBBY MIDIA BRASILEIRA
DEFINIÇÕES DA WEB
-
Lobby é o nome que se dá à atividade de pressão, ostensiva ou velada, de um grupo organizado com o objetivo de interferir diretamente nas decisões do poder público, em especial do Poder Legislativo, em favor de causas ou objetivos defendidos pelo grupo.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Lobby
FONTE IMAGENS GOOGLE FONTE REDAÇÃO MSN.COM/PT-BR/NOTICIAS/BRASIL/MARINA-ANUNCIA-APOIO-A-AÉCIO/AR-BB8TEH1
LOBBY MIDIA BRASILEIRA
DEFINIÇÕES DA WEB
- Lobby é o nome que se dá à atividade de pressão, ostensiva ou velada, de um grupo organizado com o objetivo de interferir diretamente nas decisões do poder público, em especial do Poder Legislativo, em favor de causas ou objetivos defendidos pelo grupo.http://pt.wikipedia.org/wiki/Lobby
fonte imagens google
fonte redação brasil247.com/pt/247/tocantins247/139086/Marina-sepulta-trégua-PSDB
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